Uma promessa verbal não tem a solidez, permanência nem as garantias legais de um contrato escrito ou de um bem imóvel.
Versão neutra
Uma promessa verbal não equivale a um direito formalmente garantido por um documento ou propriedade.
Faqs
Quando devo usar este provérbio? Use-o para sublinhar a necessidade de documentação ou garantias, sobretudo em negócios, empréstimos, contratos ou compromissos com impacto financeiro ou legal.
Significa que não devemos acreditar nas pessoas? Não necessariamente; o provérbio alerta para prudência prática: confiar é aceitável, mas em assuntos importantes é preferível ter provas ou um acordo formal.
Tem implicações legais? A frase não tem força jurídica por si só. Em direito, certas promessas verbais podem ser válidas, mas geralmente são mais difíceis de provar do que um documento escrito.
Notas de uso
Usa-se para alertar contra confiar cegamente em promessas sem prova escrita ou garantias.
É comum em contextos comerciais, financeiros ou em decisões que exigem segurança jurídica.
Tem tom prudente; não pretende atacar a boa-fé, mas sublinhar a diferença entre falar e documentar.
Pode aconselhar a pedir contrato, recibo ou testemunhas quando o assunto é importante.
Exemplos
Aceitei as explicações do fornecedor, mas pedi o contrato por escrito — palavra não é bem de raiz.
Quando se trata de dinheiro, não basta a promessa: palavra não é bem de raiz; peço um recibo e um prazo claro.
Variações Sinónimos
A palavra não vale como escritura.
Promessa verbal não é contrato.
Dizer não é assegurar.
Relacionados
Mais vale um contrato do que mil palavras (variação moderna e explicativa).
Assinado é que fica (expressão corrente sobre formalização).
Contrapontos
Promessa é dívida (sublinhe a obrigação moral de cumprir o que se promete).
A palavra de honra (valorização da fiabilidade sem recorrer a documentos).
Equivalentes
Inglês A spoken promise is not the same as a deed.