Sugerem-se duas leituras: (1) quem não admite ter culpa não se sente obrigado por merecimentos alheios; (2) quem se considera sem culpa não fica vinculado por recompensas ou obrigações morais — ideia ligada à invulnerabilidade moral ou à recusa de reconhecimento de dívida.
Quem não admite culpa não fica obrigado por merecimentos alheios.