O homem comum fala, o sábio escuta, o tolo discute.

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Provérbios Japoneses

Valoriza a escuta e a prudência: quem é sensato prefere ouvir e aprender; quem é tolo envolve-se em discussões infrutíferas.

Versão neutra

A pessoa comum fala, a pessoa sábia escuta, a pessoa tola discute.

Faqs

  • Quando devo aplicar este provérbio?
    Quando confrontado com situações emotivas ou polémicas, aplicar escuta ativa e ponderação evita respostas impulsivas e ajuda a distinguir argumentos válidos de provocações.
  • Isto significa que nunca se deve discutir?
    Não. O provérbio avisa contra discussões infrutíferas; há momentos em que argumentar é necessário para esclarecer factos, defender direitos ou promover mudança.
  • Pode ser usado para calar outra pessoa?
    Deve-se evitar usá-lo para silenciar vozes legítimas. É mais apropriado como conselho pessoal sobre estilo comunicativo do que como instrumento de censura.

Notas de uso

  • Usa-se para aconselhar contenção verbal e escuta ativa antes de responder.
  • Funciona como chamada à prudência em contextos pessoais, profissionais e diplomáticos.
  • Não deve ser usado para silenciar críticas legítimas ou minimizar o diálogo construtivo.
  • Registo: proverbial/informal; dá-se em conversas, palestras e textos sobre comportamento.

Exemplos

  • Numa reunião difícil, lembrei-me: o homem comum fala, o sábio escuta, o tolo discute — por isso ouvi antes de responder e consegui encontrar um ponto de acordo.
  • Quando as redes sociais se enchem de provocações, é melhor aplicar o provérbio: evita-se discutir com quem só quer polémica e preserva-se energia para questões verdadeiramente importantes.

Variações Sinónimos

  • O sábio fala pouco e ouve muito.
  • Quem ouve aprende, quem discute perde tempo.
  • Falar demais é sinal de falta de sabedoria; ouvir é sinal de inteligência.

Relacionados

  • O silêncio é ouro.
  • Falar pouco e ouvir muito.
  • Primeiro ouvir, depois falar.

Contrapontos

  • Discussões podem ser necessárias para esclarecer injustiças ou defender princípios; não se deve confundir prudência com conivência.
  • Em alguns contextos (ex.: processos legais, debates académicos) argumentar é essencial para expor factos e persuadir.

Equivalentes

  • inglês
    The common man talks, the wise man listens, the fool argues.
  • espanhol
    El hombre común habla, el sabio escucha, el tonto discute.
  • francês
    L'homme ordinaire parle, le sage écoute, l'imbécile discute.

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