Capricho teimoso não cede à razão.
Expressa que a teimosia movida por um capricho não se rende a argumentos racionais.
Versão neutra
Um capricho teimoso não se rende à razão.
Faqs
- Qual é o sentido deste provérbio?
Significa que a insistência por capricho não é normalmente alterada por argumentos racionais; a pessoa persiste independentemente da lógica. - Quando é apropriado usar este provérbio?
Quando se quer advertir ou descrever alguém que insiste num desejo ou decisão irracional, especialmente em situações onde a teimosia pode causar prejuízo. - É um provérbio ofensivo?
Tem tom crítico, por isso pode ser percebido como repreensivo se dirigido a alguém. Usar com cuidado, preferindo contextos em que a crítica seja justificada e construtiva. - Tem origem conhecida?
Não há fonte histórica específica associada a este provérbio; pertence ao repertório popular de observações sobre teimosia e comportamento humano.
Notas de uso
- Usa-se para criticar ou advertir alguém que persiste num desejo irrazoável apesar de argumentos lógicos.
- Aplica-se em contextos pessoais, profissionais e sociais, sempre com tom corretivo ou descritivo.
- Pode servir como aviso preventivo (para evitar insistência inútil) ou como comentário sobre o comportamento de terceiros.
Exemplos
- Quando o diretor recusou qualquer proposta alternativa por puro capricho, ficou claro que capricho teimoso não cede à razão.
- Tentei explicar as consequências, mas percebemos que um capricho teimoso não cede à razão — era inútil insistir.
Variações Sinónimos
- Teimosia não se rende à razão
- Capricho teimoso não obedece à razão
- Insistência por capricho não aceita argumentos
Relacionados
- Quem não ouve conselho, ouve coitado
- Quem teima, aprende à custa
- A razão fala, o teimoso cala
Contrapontos
- A razão acaba por vencer
- Quem ouve a razão evita erros
- A ponderação vence o impulso
Equivalentes
- inglês
A stubborn whim will not yield to reason. - espanhol
Un capricho terco no se rinde a la razón. - francês
Un caprice obstiné ne cède pas à la raison.