Observação sobre a assimetria entre a rapidez com que se perde a felicidade e a lentidão percebida na sua recuperação — um reflexo da percepção humana e de fenómenos psicológicos como o viés negativo e a aversão à perda.
Passar da felicidade para o sofrimento pode ser rápido; regressar à felicidade costuma demorar muito mais.