Elogio à qualidade e complementaridade de produtos regionais — literalmente queijo do Alentejo e vinho de Lamego; figuradamente, aproveitar o melhor de diferentes origens.
Versão neutra
Queijo do Alentejo e vinho de Lamego
Faqs
O que significa este provérbio? Significa elogiar e combinar produtos de diferentes regiões, indicando que se está a escolher o melhor de cada lugar — literal e figurativamente.
Quando se usa na prática? Usa‑se em conversas sobre comida e vinho, em publicidade de produtos regionais, ou de modo figurado para aconselhar a tirar vantagem de duas qualidades distintas.
Tem uma origem conhecida? A origem específica não é documentada; trata‑se de um ditado popular que evoca duas regiões portuguesas reconhecidas pela gastronomia.
É adequado usar este provérbio em contexto formal? Funciona bem em contextos informais, jornalísticos ou promocionais; em textos muito formais convém explicá‑lo ou optar por linguagem direta.
Notas de uso
Usado sobretudo em contexto gastronómico para enaltecer produtos tradicionais de diferentes regiões.
Empregado de forma figurada para recomendar combinar as melhores características de duas coisas ou proveniências.
Pode ser usado publicitariamente para valorizar produtos regionais em feiras e mercados.
Por vezes citado com tom de brincadeira quando alguém mistura elementos de origens distintas para obter 'o melhor dos dois mundos'.
Exemplos
No almoço regional, o tasqueiro sorriu e disse: «Queijo do Alentejo, vinho de Lamego» — combinação perfeita para a tábua de petiscos.
Quando se pediu conselho para montar um menu, o crítico respondeu: 'Queijo do Alentejo, vinho de Lamego' — ou seja, escolha o melhor de cada região.
Variações Sinónimos
Do Alentejo o queijo, do Douro o vinho
Queijo alentejano e vinho do Douro
Queijo de Serpa, vinho de Lamego
Relacionados
Provérbios e ditados sobre produtos regionais
Valorização da gastronomia local
Combinação de sabores de diferentes regiões
Contrapontos
A qualidade não depende exclusivamente da região: há produtores bons e maus em qualquer território.
Generalizações regionais podem ignorar variações locais e técnicas de produção.
Hoje em dia a origem geográfica é só um dos fatores de qualidade; práticas de conservação e prestação também importam.