Expressa a ideia de que todas as pessoas têm, em menor ou maior grau, traços de diferentes papéis (conhecimento prático, sensibilidade criativa e capacidade de agir fora do comum). Também é usado para relativizar a autoridade e lembrar que ninguém é exclusivamente especialista.
Cada pessoa tem um pouco de médico, poeta e excêntrico; ninguém é exclusivamente uma única coisa.