Afirma que pessoas ricas tendem a receber mais demonstrações públicas de luto e consideração após a morte, realçando desigualdades e hipocrisias sociais.
Versão neutra
Pessoas ricas tendem a receber mais manifestações públicas de luto.
Faqs
Qual é a mensagem principal deste provérbio? Que a riqueza costuma atrair mais visibilidade e demonstrações públicas de luto, revelando atitudes sociais e, por vezes, hipocrisia.
É ofensivo usar esta expressão? Pode ser percebido como insensível, sobretudo perto de quem está de luto. É apropriado em análise crítica, jornalismo ou conversas informais, mas não junto de enlutados.
Quando é apropriado citá-lo? Em comentários sociológicos, crónicas, críticas sobre imprensa ou quando se discute desigualdades nas demonstrações públicas de respeito.
Tem origem histórica conhecida? Não há origem documentada precisa; trata-se de um provérbio popular de transmissão oral, com variantes noutras línguas.
Notas de uso
Usa-se sobretudo em contextos críticos ou irónicos para apontar que a notoriedade ou a riqueza atraem atenção pública.
Registo: informal; frequente em comentários coloquiais, crónicas e críticas sociais.
Evitar usar junto de enlutados, porque pode ser percebido como insensível.
Refere-se mais ao comportamento social e cerimónias do que ao sentimento íntimo de quem verdadeiramente lamenta a perda.
Exemplos
Quando morreu o empresário, muitos reconheceram a veracidade do provérbio — defunto rico, defunto chorado — porque o funeral foi seguido por muita gente e cobertura mediática.
Ela disse em tom de crítica: «Defunto rico, defunto chorado», para sublinhar que as lágrimas que via eram, em parte, de conveniência.
Num artigo de opinião, o autor usou a expressão para discutir como a desigualdade social se reflete até nas cerimónias fúnebres.